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“E a besta, que era e não é…” Revelação 17:11

A Besta do apocalipse jpg

 

Quem nunca se perguntou quem é a besta de Revelação 17:11?

Este é um dos assuntos que mais traz dúvida na cabeça de um curioso em profecias. E temos que admitir que infelizmente poucos tem a resposta correta para esta pergunta. São tantas teorias que acaba ficando quase impossível para alguém que não estuda profundamente o assunto saber responder quem é a besta. Conheço várias pessoas que são estudiosos de profecias, e mesmo assim fazem uma confusão danada quando lhes é perguntado isso, e muitas vezes não conseguem dar a resposta correta a este “enigma” profético.

Mas como este assunto não deveria ser um “bicho de sete cabeças” (não resisti ao trocadilho…rs), com muita atenção, muito estudo e mais ainda, com a orientação de YaHuh através de Seu espírito, podemos interpretar o que Apocalipse 17 está apontando quando lemos besta, prostituta, cabeças, chifres e etc…

E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”.  (Apocalipse 17:11)

Para uma análise mais correta, é necessário que o capítulo 17 todo seja analisado em detalhes.

Seguem os fatos:

  • A besta: era, já não é, vai reviver e vai para aniquilação total (v.9 e 10);
  • Ela simboliza 7 reinos/reis: 5 já foram, um existe, o outro ficará por pouco tempo (v.9 e 10);
  • A besta é o oitavo reino e é um dos sete (v.11);
  • Os 10 chifres ainda não são nada na época de Yochanan (João), porém serão 10 soberanos que ainda não receberam seus reinos, mas receberão autoridade por 1 hora junto com a besta;
  • Os 10 chifres entregarão o poder a besta, que lutará contra YaHuShua (J-sus), e perderá;
  • O anjo declara que as águas que a prostituta está assentada são os povos, multidões, nações e línguas de toda a terra;
  • Os 10 chifres e a besta odiarão a mulher (prostituta), e á deixará nua e arruinada, e comerão sua carne e a exterminarão com fogo. ( A prostituta será destruída pela besta e os 10 chifres) (v.16)
  • A mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra (v.18).

Creio que estas informações tiradas do capítulo 17 são suficientes para começarmos a desenvolver o assunto!

Apocalipse diz que a besta, já foi (passado), que será o oitavo rei (futuro), e que não é (presente). Mas o que seriam estes setes? Oitavo? Os versículos de 9 a 11 nos informam que são sete montes e sete reis. Na época de Yochanan 5 tinham existido, um existia na época dele e outros 2 haveriam de vir: o sétimo por pouco tempo (1 ano), e o oitavo era um que já havia existido.

Como pode a besta ser o oitavo rei e ainda proceder de um dos sete? Apocalipse 13:3 responde a questão:

 “Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta”. (Apocalipse 13:3)

De acordo com este versículo, uma das sete cabeças da besta sofreu uma ferida mortal, mas esta ferida mortal foi curada fazendo o mundo se surpreender. Isso levanta a questão: Como as sete cabeças da besta representam sete montanhas, que por sua vez representam sete reis; quem são esses reis e qual será o rei que vai ser representado pela cabeça ferida que é curada e volta à vida? Estes reis representados por montanhas são sete impérios, pois a Bíblia em várias passagens nos diz que as montanhas representam reinos. Em Jeremias lemos:

“Pagarei, ante os vossos próprios olhos, à Babilônia e a todos os moradores da Caldéia toda a maldade que fizeram em Sião, diz o SENHOR. Eis que sou contra ti, ó monte que destróis, diz o SENHOR, que destróis toda a terra; estenderei a mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte em chamas”.  (Jeremias 51:24-25)

Nesta passagem, YaHuh compara o Império Babilônico a uma montanha. Em Daniel também lemos que, quando YaHuShua estabelecer o seu reino, será como uma grande montanha enchendo toda a terra (Daniel 2:35,44).

Então, quem são estes sete reinos que são mencionados em Apocalipse 17? Estes são os sete impérios que tinham e que teriam influência sobre o povo e a terra de Israel, como se pode notar, do ponto de vista de YaHuh, esses reinos não são sobre quem conquistou quem, como os Persas que conquistaram a Babilônia e como os Gregos que conquistaram a Persia, mas sobre quem tem autoridade sobre o povo e a terra de Israel.

Estes são os seis reinos que tiveram domínio sobre o povo e a terra de Israel:

  1. Império Egípcio, que perseguiu o povo de Israel durante a época do Êxodo
  2. Império Assírio, que levou o reino do norte de Israel em cativeiro
  3. Império Babilônico, que levou o reino do sul de Judá para o cativeiro
  4. Império Persa, que quase destruiu os judeus através de Hamã de acordo com o livro de Ester
  5. Império Grego, que profanou o Templo Judeu através do rei selêucida Antíoco Epifânio
  6. Império Romano, que destruiu Jerusalém e dispersou os judeus no ano 70 d.C. (o reino que “é” no momento de Yochanan).

Infelizmente, o problema é identificar o sétimo, já que ele não havia vindo no tempo de Yochanan, e quando vir ficará por pouco tempo (1 ano/profético?). (Posição do Editor):Creio que possa ser a vinda da confederação de dez nações que são representados pelos dez chifres da besta, mas ainda não podemos saber se essa confederação de dez reis terá influência sobre a terra e o povo de Israel antes do surgimento do Anticristo.

A besta que será o oitavo é também um dos sete: isso significa que a besta que representa um dos sete reinos voltará no futuro, como um império revivido. Alguns dizem que a besta é um homem, e em Daniel 7, lemos que uma besta representa um reino, até mesmo que a cabeça do reino também pode ser identificado como a besta, pois ele é o governante do reino. Mas o propósito agora é identificar qual das sete cabeças será revivida e que voltará como o oitavo animal.

Muitos estudiosos de profecias dizem que a cabeça curada da besta é o renascimento do Império Romano. Isso é impossível, porque o anjo diz a Yochanan que a besta que deveria ser revivida, “não era” durante o tempo da revelação do livro do Apocalipse, isso quer dizer que esta besta já tinha sido e já não existia à época de Yochanan. O sexto reino foi o Império Romano , exatamente no momento em que Yochanan recebia a visão, e a besta deveria ser um dos cinco que já tinham caído.

Perceba novamente o versículo:

“E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”.  (Apocalipse 17:11)

O anjo diz que o animal “era e não é“, já havia passado. O Império Romano era o reino que estava no poder na época, portanto, a besta que foi, voltaria novamente como o oitavo reino. Temos cinco opções, a partir dos cinco reinos que já haviam existido quando Yochanan estava recebendo a visão. Estas cinco opções seriam:

  1. Império Egípcio
  2. Império Assírio
  3. Império Babilônico
  4. Império Medo-Persa
  5. Império Grego

Um desses cinco reinos será a besta que será o oitavo rei, que era um dos sete. O texto fala que a besta, que é o oitavo, vai para a destruição. A palavra traduzida por destruição é a palavra grega “apolea”, que significa “aniquilação”, “destruição total” e “destruição que consiste de miséria eterna no inferno“, segundo o dicionário de termos ‘Strong’. Isto define que este reino revivido vai sofrer a destruição total para nunca existirem novamente.

Para o Egito não existe promessa de destruição eterna, Isaías 19 diz que apesar do juízo de YaHuh sobre o Egito, o Egito existirá no Milênio,  conforme Isaías 19:23-25.

Também temos a Assíria, já que o Anticristo é chamado de ‘O Assírio’. Embora YaHuh prometa destruir o Anticristo em Isaías 14:25, e de destruir o orgulho da Assíria de acordo com Zacarias 10:11, e de consumir a terra da Assíria à espada, de acordo com Miquéias 5:5-6, temos a confirmação que a Assíria não sofrerá a destruição total e eterna, pois também será uma nação presente no milênio (Isaías 19:23-25).

Já a Persia é mencionada como inimiga de Israel nos últimos dias e como aliada do Anticristo, mas também não à profecia de destruição eterna para a Pérsia. Desde que o Império Grego foi dividido em quatro cabeças (leopardo de Daniel 7), é improvável que o Império Grego volte para sofrer a destruição eterna. Entendo que a dinastia selêucida poderia ser revivida de alguma forma, já que o Anticristo viria da dinastia selêucida do Império Grego.

Daniel 11:21-45 diz que o Anticristo é chamado de ‘rei do norte‘, e ‘o rei feroz de semblante‘, em Daniel 8:23. Daniel referem-se a um governante da divisão selêucida do Império Grego. Mas o problema é que a divisão selêucida do Império Grego era um território muito grande, incluindo a moderna Síria, Iraque, Irã, Paquistão e Afeganistão. Isso impede que se possa identificar uma região muito específica. Antíoco Epifânes, foi o antítipo de YaHuShua e governou a região da Síria, porém a Síria naquele momento abrangia um território muito maior que Síria atual, e incluía partes da Turquia e do norte do Iraque da atualidade.

O que restou é o Império Babilônico. A promessa profética é que o oitavo reino teria um fim definitivo, aniquilação total. E isso é o que a Bíblia diz que irá acontecer com a Babilônia. Isaías 13-14, Jeremias 50-51 e Apocalipse 18, relata que o Império Babilônico sofrerá uma destruição a ponto de nenhum ser humano viver lá novamente. Essas profecias não podem referir-se á queda de Babilônia em 539 a.C. por Ciro, Imperador Persa, porque a Babilônia não foi destruída nesta conquista.

A Babilônia foi conquistada politicamente, sem uma única batalha, isso não permite que concluamos que as profecias de Isaías e Jeremias tenham tido o seu cumprimento naquele momento. Segue alguns dos versículos que citam a destruição da Babilônia:

“Babilônia, a jóia dos reinos, glória e orgulho dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando YaHuh as transtornou. Nunca jamais será habitada, ninguém morará nela de geração em geração; o arábio não armará ali a sua tenda, nem tampouco os pastores farão ali deitar os seus rebanhos. Porém, nela, as feras do deserto repousarão, e as suas casas se encherão de corujas; ali habitarão os avestruzes, e os sátiros pularão ali. As hienas uivarão nos seus castelos; os chacais, nos seus palácios de prazer; está prestes a chegar o seu tempo, e os seus dias não se prolongarão”.  (Isaías 13:19-22).

Esta destruição vai acontecer no tempo da Tribulação, veja o contexto em comparação a Mateus 24:29:

“Eis que vem o Dia do SENHOR, dia cruel, com ira e ardente furor, para converter a terra em assolação e dela destruir os pecadores. Porque as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz; o sol, logo ao nascer, se escurecerá, e a lua não fará resplandecer a sua luz . (Isaías 13:9-10).

“Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados”. (Mateus 24:29)

“Por causa da indignação do SENHOR, não será habitada; antes, se tornará de todo deserta; qualquer que passar por Babilônia se espantará e assobiará por causa de todas as suas pragas. … Por isso, as feras do deserto com os chacais habitarão em Babilônia; também os avestruzes habitarão nela, e nunca mais será povoada, nem habitada de geração em geração, como quando YaHuh destruiu a Sodoma, e a Gomorra, e às suas cidades vizinhas, diz o SENHOR; assim, ninguém habitará ali, nem morará nela homem algum. … De ti não se tirarão pedras, nem para o ângulo nem para fundamentos, porque te tornarás em desolação perpétua, diz o SENHOR. … Estremece a terra e se contorce em dores, porque cada um dos desígnios do SENHOR está firme contra Babilônia, para fazer da terra da Babilônia uma desolação, sem que haja quem nela habite”. (Jeremias 50:13,39-40; 51:26,29)

Babilônia será destruída para sempre e nunca será habitada novamente, conforme os versos supracitados. Essas profecias ainda não alcançaram o cumprimento, pois hoje existem pessoas que vivem na região da antiga Babilônia, onde atualmente fica o Iraque. Estas profecias falam de um futuro, possivelmente depois da sua destruição total, logo após que for a capital política do oitavo reino. Estas profecias também dizem que Babilônia será destruída por fogo, como o foram Sodoma e Gomorra. É o que diz Apocalipse 18:

“Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio, e, conservando- se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.” (Apocalipse 18:9-10).

Como estes versículos referem-se ao futuro, Babilônia voltará a ser influente nos últimos dias. Ela será o reino do Anticristo, que é chamado em Isaías 14:4: “o rei da Babilônia“. Isaías descreve a descrição da destruição da Babilônia, começa em Isaías 13 com a restauração de Israel à sua terra quando eles vão cantar um provérbio contra o seu opressor, que será o Anticristo:

“No dia em que YaHuh vier a dar-te descanso do teu trabalho, das tuas angústias e da dura servidão com que te fizeram servir, então, proferirás este motejo contra o rei da Babilônia e dirás: Como cessou o opressor! Como acabou a tirania! (Isaías 14:3-4)

Isaías 14:12-15 diz que este rei da Babilônia, que oprime Israel também é referido como Lúcifer, e que deseja ser como o Altíssimo:

“Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” (Isaías 14:13-14)

Lúcifer é o anticristo declarando-se ser YaHuh, como lemos:

“…o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama YaHuh ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de YaHuh, ostentando-se como se fosse o próprio YaHuh.”  (2 Tessalonicenses 2:4)

Isaías 14 não está apenas falando de Lucífer, mas também está falando sobre o rei da Babilônia, que será possuído por Satanás ou será o próprio Satanás transformado. Sem mesmo perder ou alterar os temas, Isaías 14:25 também se refere a ele como “o Assírio”.

“Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará. Quebrantarei a Assíria na minha terra e nas minhas montanhas a pisarei, para que o seu jugo se aparte de Israel, e a sua carga se desvie dos ombros dele.” (Isaías 14:24-25)

É importante salientar que o centro político da Assíria, quanto o da Babilônia estão dentro dos limites do Iraque atual, e como a história aponta, o Iraque virou a atenção do mundo nas duas últimas décadas, e isso será cada vez mais evidente, para que a profecia bíblica possa ser cumprida.

Como apontei anteriormente, a besta vai para a destruição, ou seja, ela vai sofrer destruição total e eterna. Para a Assíria não está prometido a destruição eterna, uma vez que vai ser uma nação ao lado de Israel e do Egito, no Milênio (Isaías 19:23-25). A Babilônia, por outro lado, sofrerá a destruição eterna como se vê claramente em Isaías 13-14, Jeremias 50-51 e Apocalipse 18. O fato da Babilônia vir a ser revivida, de uma forma ou de outra, resulta da passagem de Apocalipse. Este poderia ser um renascimento da Babilônia como o reino da besta que não era e que retorna como o oitavo, que era um dos sete.

Isto tudo cria dois problemas: o primeiro é que o Anticristo é chamado de rei do Norte em Daniel 11 e a Babilônia, no Iraque, fica a oeste de Israel, e não no norte, como informa Daniel 11. A possível solução para este problema poderia ser que O Anticristo é chamado de Assírio e o coração da antiga Assíria é ao norte-oeste de Israel. Uma vez que a Bíblia não usa o termo norte-oeste e termos como este são modernos, o Anticristo poderá vir dessa região, que curiosamente está dentro das fronteiras do Iraque. Isto é confirmado em Miquéias 5:5-6, como a terra de Nimrod, que de acordo com Gênesis 10:8-11, principalmente Nínive e Babel estão localizados na antiga Mesopotâmia, que está dentro das fronteiras do Iraque.

O segundo problema que lemos em Daniel 8 e 11, é que o Anticristo vem da divisão selêucida do Império Grego. A solução para este problema poderia ser o seguinte: a Babilônia e a Assíria estavam sob o domínio selêucida, em outras palavras, parece que o que há para acontecer é um renascimento simultâneo dos assírios, babilônicos e de reinos selêucidas, todos absorvidos por um reino regional.

Creio que esta é a ideia Apocalipse 13:2 parece mostrar, porque a besta tem o corpo de um leopardo, que fala do reino grego (a divisão selêucida é o que está em vista à luz de Daniel 8 e 11), tem a boca de um leão, o que fala do Império Babilônico de Daniel 7, os pés de um urso, que representa o Império Persa de Daniel 7 (a Pérsia foi absorvida pelo selêucida Unido) e o Império Assírio, que além de ser em si um reino soberano, foi absorvido pelo reinos babilônico, persa e selêucidas também.

É muito difícil de descrever como essas coisas vão acontecer, mas me parece que algo é certo nisso tudo; o Anticristo e seu reino são a combinação dos assírios, babilônicos e de reinos selêucidas. O Império Babilônico será ressuscitado e tomará seu lugar, a região do Iraque vai ressurgir a tal forma que irá ter influência maior que qualquer outra nação na política do Oriente Médio.

Quando isso acontecer, Babilônia será escolhida para ser a capital política e econômica da região, com intuito de a profecia seja cumprida. O Império Babilônico voltará e o mundo  irá se maravilhar com a besta que era e volta à vida. Ela será inimiga mortal de Israel, porque em Miquéias 4, fala que Israel será novamente levado cativo para a Babilônia. Não é à toa que vemos a voz de Deus dizendo:

“Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai- vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos;” (Apocalipse 18:4)

Esta profecia além de servir de base para interpretação sobre Babilônia ser realmente a besta de Apocalipse 17, também serve de referência para os judeus que estarão cativos na Babilônia, durante o tempo de sua destruição.

Fique atento a toda movimentação política daquela região. Posso estar muito errado, e se for o caso, com certeza me retratarei aqui, mas na opinião de quem lhes escreve, temos um cenário sendo montado naquela região: ontem (17/02/2015) vi várias reportagens sendo divulgadas sobre o estado Islâmico matando cristãos no litoral da Líbia, conforme a “mensagem” passada pelos carrascos, eles estavam ao norte de Roma, recado este, enviado aos cristãos em geral, mas principalmente a igreja católica. Por hora, não posso afirmar que isso é o que parece ser dentro daquilo que foi escrito aqui, mas poderá ser confirmado ou não mais no futuro. Pelo que vimos em Apocalipse 17, a besta irá destruir a mulher (Roma Papal/Vaticano), e isso até agora se encaixa com os fatos que estão acontecendo e poderão acontecer num futuro próximo.

Que YaHuh abençoe todos nós. Amém!

A questão sabática – No Princípio

Law

Hoje quero abordar um assunto de certa forma polêmico para muitas pessoas. Tenho muitos parentes adventistas, e como já falei aqui no blog, sou ex-adventista (31 anos de adventismo), ex-teologando, ex-colportor, então, mesmo que meus artigos sirvam para todos, normalmente eles são canalizados para membros desta religião. E neste artigo especificamente, o assunto será sobre o sábado.

Muitas religiões atualmente seguem os 10 mandamentos, assim como os Adventistas do Sétimo Dia, Batistas do Sétimo Dia e outros. Estas religiões por algum motivo não comprovado tratam o quarto mandamento como superior aos outros nove. Isso se comprova na abordagem sabática insistente deles, como se o resto da bíblia não tivesse valor algum. Tenho minhas teorias por que isso acontece, e a principal delas tem haver com a transformação do quarto mandamento em identidade. Como eles creem que o sábado é sinal dos escolhidos, o ego os torna especiais, digo até que no fundo, eles se sentem melhores que os outros, e o sábado se torna uma identidade para eles. Todas as pessoas defendem sua identidade com todas as forças, a partir daí você já pode imaginar. Mas voltando ao foco, este artigo é exatamente para estes grupos que guardam o sábado como sendo um item (às vezes o único) para a salvação.

Defendem que aqueles que não guardam o sábado estão perdidos, não poderão herdar a salvação. Mas será que este pensamento está correto?

Como ex-adventista e profundo conhecedor das doutrinas e argumentações utilizadas por eles, vou contrapor cada detalhe deste assunto, e se possível, desmistificar definitivamente a ligação entre salvação e guarda do sábado para um não judeu.

SÁBADO NA CRIAÇÃO

É inapropriado falar de sábado sem começar por este ponto: para sabatistas devemos guardar o sábado porque YaHuh (D-us no secular) o santificou, abençoou e descansou no sétimo dia da criação:

E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.
E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. Gen. 2:2 e 3

Quero aqui fazer uma primeira observação: todos sabem que o pentateuco foi escrito por MeHuShua (Moisés no secular), portanto, hoje nós sabemos em detalhes o que se passou no evento da criação por causa de MeHuShua que nos informou quais foram os sentimentos que HaShem teve com cada etapa da criação. É o mesmo processo de uma biografia, o autor irá contar fatos da vida de outra pessoa, fatos que foram estudados, foram pesquisados, entrevistados para se conseguir a informação, mas veja a importância de uma biografia autorizada em que a pessoa -foco da obra – está participando do processo, ela passa o que sentiu, seus sentimentos são apresentados, pois ela mesma está ali dando a informação adicional e que faz toda a diferença para uma biografia. Da mesma forma, nós hoje, só sabemos o que YaHuh sentiu na criação, porque está “biografia” tinha o principal personagem presente. Se não fosse por isso, nos nunca saberíamos quais foram os sentimentos de YaHuh na criação. E quando isso aconteceu? Somente depois que MeHuShua escreveu o pentateuco, antes disso, o que se sabia era o que era passado verbalmente de geração a geração, histórias sem este tipo de detalhe, pois era impossível saber este tipo de detalhe antes do pentateuco.

Este é o caso do versículo acima, só sabemos o que YaHuh sentiu e fez porque a revelação foi dada a MeHuShua, se não fosse isso, nunca saberíamos o que YaHuh pensou em cada etapa da criação. Os sabatistas alegam que os versículos de Gênesis são confirmados com o quarto mandamento:

Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. Ex. 20:8-11

A alegação é bem simples, o “Lembra-te” do inicio do mandamento se refere aos versículos de Gênesis. Em um estudo ou discussão com um sabatista você irá ouvir que antes mesmo de os mandamentos serem dados ao povo de Israel, eles já guardavam o sábado, pois Yahuh já havia dado este mandamento a Adomah e Havváh (Adão e Eva) e eles passaram para seus filhos que passaram para os seus, de geração por geração. Como argumentação, quero fazer um desafio aos sabatistas; mostrar qualquer versículo bíblico que diga que alguém antes do êxodo tenha guardado o sábado fora Yahuh na criação. Você não vai encontrar nem um único versículo dizendo isso, e por um motivo, isso não existiu.

Como foi supracitado, o povo não podia lembrar-se de algo que não conhecia até então. Eles não tinham estas informações, MeHuShua escreveu o pentateuco muito tempo depois.(Existem controvérsias a respeito disso, mas não é o ponto agora).
Mas então a que se referindo quando manda o povo lembrar no quarto mandamento? A resposta é bem simples, no capítulo 16 de Êxodo, YaHuh introduz o sábado para o povo, quando dá a orientação para o povo colher maná todos os dias da semana, menos no sábado.

Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não. E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia. E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor… E guardaram-no até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado… Então disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do Senhor; hoje não o achareis no campo… Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá. E aconteceu ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam. Então disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis? Vede, porquanto o Senhor vos deu o sábado, portanto ele no sexto dia vos dá pão para dois dias; cada um fique no seu lugar, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia. Assim repousou o povo no sétimo dia. Êxodo 16:4-30

Perceba que o texto é bem claro em informar que YaHuh manda o maná para provar o povo. Então vem as instruções, todos os dias cairia o maná do céu, e eles não deveriam guardar pois no outro dia iria cair novamente, aí está a provação por parte de YaHuh, Ele queria provar o povo para ver se eles teriam fé, se eles creriam na promessa diária. Mesmo assim, o relato informa que alguns colheram maná a mais e guardaram, e ele amanheceu estragado e com insetos. Então YaHuh diz para que no sexto dia eles deveriam colher em dobro, pois no sábado não cairia, e veja que interessante, no versículo 27 o texto relata que mesmo assim alguns ainda foram colher no sábado. Perceba que esta informação deixa claro que o povo não tinha familiaridade nenhuma com o sábado, e nunca haviam considerado o sábado como uma lei divina. Os sabatistas alegam que o sábado era passado verbalmente de geração em geração entre os hebreus, que só não havia sido escrita, mas o texto prova que eles não tinham intimidade nenhuma com o sábado. Quando o texto do mandamento ordena lembrar-se do sábado, ele está justamente se referindo a algo que eles haviam recebido há pouco tempo, no capítulo 16, por isso precisavam lembrar-se, pois não era algo natural a eles, este procedimento foi a forma que YaHuh usou para fazer que o sábado virasse algo corriqueiro para os hebreus a partir daquele momento.

Que Yahuh nós abençoe. Amém.

Obs.: O assunto é muito complexo, exige muito volume de conteúdo, portanto, ele será dividido em vários tópicos diferentes. O próximo será: “A questão sabática – Para quem?”

 

No cerco! Espanha resiste a invasão Islâmica.

 

Barcelona, Espanha – Touradas agora são ilegais na província da Catalunia. Algumas arenas foram convertidas em centros de negócios.

Mas muçulmanos querem transformar a mais famosa arena, a Coliseun, em uma enorme mesquita.

De fato, algumas cidades da Espanha agora parecem mais com o Oriente Médio.  Os muçulmanos que um dia dominaram grande parte desta nação, agora estão voltando em grande número.

Na cidade de Salt, alguns pais estão preferindo buscar seus filhos na escola. Os muçulmanos já representam 40% da população da cidade, mas em breve serão a maioria.

Porém o prefeito da cidade apresenta resistência, e embargou por um ano o projeto de uma grande mesquita financiado por radicais Wahhabis da Arábia Saudita.

Como boa medida, alguém amaldiçoou o terreno da construção com a cabeça de porco que ainda estava lá quando CBN News chegou. A lei Islâmica proíbe construções de mesquitas em solos contaminados por porcos.

Mas o número de muçulmanos em Salt esta aumentando rapidamente, que só é uma questão de tempo para governarem a cidade.

“Quando o primeiro partido muçulmano apresentar-se, todos os muçulmanos irão votar nele, e todos nós vamos acabar vestindo véus. Nós realmente temos um grande problema”. Disse a CBN News,  Maria Osuna, vereadora de Salt.

Imigração ou Invasão?

No século VII os exércitos muçulmanos conquistaram grande parte da Espanha, chamando-a de Al-Andulus, e não foram expulsos completamente após 700 anos depois, no ano em que Colombo descobriu o “Novo Mundo”.

Agora os muçulmanos estão retornando, e pesquisas dizem que não é para serem espanhóis. Uma pesquisa da Pew descobriu que sete entre dez muçulmanos na Espanha se sentem muçulmanos e não espanhóis.

O “Plataforma x Catalunya”, ou Plataforma por Catalunha, foi o primeiro partido político mais sério a considerar a ascensão muçulmana. Mas na politicamente correta Espanha, que celebrou o aniversário de 1300 anos da invasão muçulmana como algo bom, a Plataforma por Catalunha está sendo denunciada como racista e xenófoba.

Joseph Anglada, o líder da Plataforma, disse que seu partido não é contra imigrantes. Eles são contra a imigração descontrolada e também diz que são os imigrantes que não querem ser parte da Espanha.

“Os imigrantes muçulmanos não estão aqui para se adaptar”, disse Anglada. “Estão aqui para conquistar”.

“Primeiro vem o pai de família”, ele explica. “Depois vem a mulher e os filhos, e depois os seus pais, sogros e avós, e isso se torna uma invasão”.

“Misterioso” envenenamento de cães

Na cidade de Lleida, alguém está envenenando cachorros. A polícia não sabe quem anda fazendo isso, mas a maior suspeita é que sejam muçulmanos.

Antes dos envenenamentos, os muçulmanos tentaram fazer com que o governo da cidade proibisse os cachorros nos transportes e áreas públicas, porque consideram cachorros imundos.

“O que aconteceu foi que, no mesmo dia, 12 a 14 animais apareceram mortos. Eles comeram alguma coisa ou alguém lhes deu algo. Não sabemos”, disse Josep Ortiz à CBN News.

Lleida, em que 25% da população é muçulmana, foi a primeira cidade a banir a burca. O prefeito, então, fechou a mesquita da cidade porque estava superlotada de adoradores nas sextas-feiras.

A CBN News foi ver onde os homens muçulmanos estavam rezando agora, e fica em um pavilhão a céu aberto. Utilizando uma câmera escondida, filmamos mais de 500 homens escutando um sermão em árabe.

“Nós não sabemos o que os líderes muçulmanos estão dizendo às pessoas”, disse Moises Font, do Plataforma. “Será que eles estão incentivando os muçulmanos a assimilarem ou a se manterem separados?”

Espanhóis desaparecendo

Foi reportado que exista mais de 100 mesquitas dos radicais wahhabistas na Espanha.  E duas emissoras de TV radicais muçulmanas do Oriente Médio agora estão transmitindo no país.

Enquanto a imigração muçulmana está em ascensão, os espanhóis nativos estão lentamente desaparecendo. O índice de natalidade está abaixo do número necessário.

Também, um número grande de espanhóis em idade universitária está fugindo do país para escapar da taxa de desemprego de 50% da população jovem.

Enquanto isso, a taxa de natalidade dos muçulmanos é do dobro da taxa dos espanhóis, e o número deles hoje é dez vezes maior do que há 20 anos.

Um relatório secreto da inteligência espanhola que vazou na mídia revelou que grupos radicais do Oriente Médio estão investindo enormes somas de dinheiro à Espanha para controlar os muçulmanos do país.

“A maior ameaça à Espanha, à Catalunha e à Europa é a imigração muçulmana”, disse Anglada à CBN News.

“Sabemos que eles estão vindo para cá para conquistar, de acordo com os muçulmanos, o que já foi deles. Temos um dever moral, de modo que no futuro eles possam dizer que pelo menos houve alguém, um partido, que não estava disposto a se render à “islamização” do Ocidente”.

Fonte: CNB News

Tradução: Foconaverdade

Conhecendo o verdadeiro Messias!

 

Em nenhum outro há salvação, porque debaixo dos céus nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que podemos ser salvos”.  Atos 4:12 (tradução da Peshitta)

Posso dizer que este artigo é a continuação do artigo Quem é seu deus?, pois neste artigo pretendo abordar qual é o nome do Filho de YaHuh. O motivo deste artigo começar com um versículo é para você perceber o que a bíblia diz, e a importância do real entendimento a respeito deste nome.

Aprofundando a interpretação do versículo, perceba o que ele diz: dentre os nomes conhecidos pelo homem, abaixo dos céus, ou seja, aqui na terra; não existe outro nome que poderíamos ser salvos.

Se este nome é o único que podemos obter a salvação, qual é a importância de sabermos que nome é este? Com certeza, grande parte dos leitores, irá pensar que está é uma pergunta fácil de responder, e certamente a resposta da maioria é ”Jesus”.

Mas quero mostrar-lhe que existem alguns argumentos que desqualificam “Jesus” como sendo o nome do verdadeiro Messias:

1- No hebraico não existe a letra “J”, portanto “Jesus” não é um nome de origem hebraica.  O Messias é genuinamente judeu, logo seu nome tem que ser um nome hebraico;

2- A letra “J” só apareceu no século XIV, foi Pedro de La Marée que distinguiu pela primeira vez a letra “j”, antes disso não existia está letra, nem no latim, nem no grego e nem no hebraico. Então Jesus é uma invenção que não pode ser o nome do Messias;

3- A etimologia da palavra “Jesus” é grego-latina;

4- O nome do Criador YHWH tem que estar contido no nome do filho, a fim de cumprir o que está escrito em (João) Yahukhánan 17:25 e 26 ”…e eu lhes fiz conhecer o Teu nome, e lho farei conhecer ainda; pra que haja neles aquele amor com que me amaste, e também eu neles esteja”. O nome “Jesus” não tem o tetragrama contido nele;

5-  Nomes próprios não se traduzem, não existe um único dicionário com nomes próprios traduzidos, isso acontece porque nomes próprios são transliterados;

6- A única forma de podermos diferenciar seres espirituais é através de seus nomes;

Como visto no artigo Quem é seu deus? O nome do Altíssimo é YaHuh. Como o Messias veio fazer ser conhecido o nome do Altíssimo, precisamos que o nome Dele esteja contido o nome do Criador. Mas quero buscar no versículo apresentado no começo deste artigo, para apresentar mais um fator importante no nome do Messias: “Em nenhum outro há salvação…”. Se a salvação e o nome do Pai são partes intrínsecas do Messias, devemos deduzir que o nome Dele deva significar “YaHuh é Salvação” para montarmos este nome é só juntar o nome do Criador + a palavra salvação em hebraico; no hebraico, “Shua” significa “salvação”. Juntamos as duas, e o resultado é o único nome no qual podemos ter salvação: YaHuh + Shua = Yahushua.

Existem uma serie de textos bíblicos que citam a importância do nome Yahushua, como sendo o nome que contem salvação; a saber:

Eis que conceberás e darás a luz um filho, ao qual porás o nome de Yahushua” Lucas 1:31;

“… e que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados…” Lucas 24:46 e 47;

Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados por amor do seu nome”. I Yahukhánan  2:12 (I João)

Mas a todos, quantos o receberam, aos que crêem no Seu Nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Ulhim”.  Yahukhánan 1:12 (João)

Estes versículos são de extrema importância o seu entendimento. Existem mais algumas dezenas de versículos que falam exatamente da importância de conhecer e invocar corretamente o nome do Criador e o nome do Messias. Mas quero que você, leitor, reflita diariamente sobre está grande verdade que o livro Revelação (Apocalipse) nós informa.

“Foi-lhe dada boca que proferia arrogâncias e blasfêmias… e abriu a boca… para lhe difamar o Nome…” Revelação 13:5 e 6

O início do cumprimento desta profecia é quando os bispos de Roma, na Vulgata Latina, introduziram nomes impróprios para desfocar os verdadeiros nomes do Eterno e do Seu Filho. Lembrando que o livro Revelação 13:8 nós diz que besta que blasfemaria contra o Nome do Altíssimo seria adorada por toda terra…

As mentiras não se tornam verdades só porque as ouvimos por toda a vida. Atente-se a isso, precisamos invocar a quem cremos da maneira correta, sem desvios pelo caminho. Só assim poderemos obter salvação, lembre-se:  Yahushua – em nenhum outro nome há salvação . Atos 4:12

Quem é o seu deus?

Está é uma pergunta subjetiva, dependendo de quem responde, podem existir milhares de respostas possíveis a ela. Mas deixando todas as outras opções de lado, quero direcionar esta pergunta aos cristãos. Se eu perguntar a um cristão: Quem você adora? Certamente a resposta será: Eu adoro a Deus!

É exatamente neste ponto que quero chegar, este estudo é para aqueles que adoram a Deus, o Deus bíblico. Parece algo lógico, mas ao se desenrolar o estudo você verá que isso implica em muitas coisas que a maioria dos leitores não consegue imaginar.

Qual a origem da palavra “deus”?

A etimologia desta palavra é Indo-Européia. No estudo comparativo destas línguas foi permitida a reconstrução da proto-forma “deiwos” ou “deiHwosque significa: “resplandecente, luminoso”A expressão “deus” ou “divus” que significa “divino” tem a mesma raiz de “Dyēusque é a principal divindade do panteão Indo-Europeu. Dyēus é um cognato (palavra que tem mesma raiz etimológica) do grego ΖευςZeus = ser idolatrado”. Na era clássica do latim, o termo era utilizado para qualquer figura endeusada e adorada pelos pagãos, que adoravam vários astros celestiais, estabelecendo a relação dos astros “deiwos – resplandecentes e luminosos” com as divindades Indo-Européias que levam nomes de planetas, estrelas e etc.. A língua portuguesa é a única língua românica neolatina que manteve a palavra na forma original com o final substantivo “us” conforme o original, e utilizada como para determinar Zeus ou para titular qualquer outro ídolo; dando características “divinas” a ele.

O responsável por nós usarmos a expressão “deus” é “São Jerônimo” que na “Vulgata Latina” (versão da bíblia em latim), modificou o tetragrama hebraico יהוה (YHWH), original nos pergaminhos, pela palavra “Deus” que é a referencia nominal a ídolos pagãos das religiões Indo-Européias.

Não podemos afirmar qual o propósito de São Jerônimo com esta atitude, mas uma razoável explicação é a liturgia religiosa da Igreja Católica Apostólica Romana, que até pouco tempo atrás utilizava o latim como língua oficial, tentando explicar desta forma o motivo do uso de uma palavra usada no latim para determinar o nome do Criador dentro da sua principal literatura da época: a Vulgata Latina.

Qual seu “deus”?

A bíblia cita muitos ídolos, um dos mais famosos é Baal, ao você mencionar Baal como um ídolo, na língua portuguesa você provavelmente iria dizer assim: “deus Baal”. Veja bem, qual é o nome do ídolo, “deus” ou “Baal”? o nome é “Baal”, “deus” nesta forma gramatical está sendo usado como um título, assim como presidente, imperador, governador, que também são títulos.

Imagine duas pessoas que se conheceram recentemente, estão em um diálogo gostoso. Em um determinado momento, um deles diz ao outro que “deus” é muito generoso com ele, o outro no mesmo instante afirma dizendo que “deus” também tem sido muito bom com ele. E a conversa continua entusiasmada. Mas a pergunta que não pode deixar de ser feita é: qual “deus”? Eles nem imaginam, mas um deles é hinduísta (religião que tem alguns milhões de ídolos), e o outro é xintoísta (religião que tem alguns milhares de ídolos). Como pode ver, com certeza eles não estavam falando do mesmo “deus”. É necessário definir a quem se está se referindo, dizer para alguém que você ama a “deus” é algo muito vago e errado. Como visto, cada vez que você invoca “deus” você está espiritualmente invocando um ídolo grego chamado Zeus ou qualquer outra entidade mitológica Indo-Européia.

A questão espiritual

Creio que a questão mais importante deste estudo seja a questão espiritual. Se eu pedir para você imaginar sua mãe. Você irá fazer uma imagem mental dela, se sua mãe for uma pessoa marcante por alguma característica, provavelmente você irá também lembrar-se desta característica. Este processo mental não acontece quando se trata de uma entidade espiritual, com exceção de ídolos que estão representados por uma figura, estátua ou algo parecido. Porém estes ídolos não existem como entidades, são somente figuras representativas da necessidade humana de existir algo maior que ela.

Mas no caso de um ser existente no âmbito espiritual? Se eu pedir para você imaginar a entidade criadora do universo, Aquele que criou o nosso mundo, a vida, como você irá definir quem é Ele se não for pelo nome Dele? Na órbita espiritual os seres são definidos por seus nomes, só assim podemos determinar a quem estamos nos referindo, não existe outra forma para determinar isso.

“Mas a todos quanto O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo, a saber: aos que crêem no Seu Nome”.  Yaohukhánam 1:12

“E não há salvação em nenhum outro, porque debaixo dos céus nenhum outro nome nos foi dado, pelo qual importa que sejamos salvos“. Atos 4:12

“Quem subiu aos céus e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu Nome, e qual é o Nome de seu Filho, se é que o sabes“? Provérbios 30:4

Na bíblia, existem muitos versículos definindo a importância do nome do criador e do Seu Filho. Isso acontece exatamente pela necessidade de identificá-los, saber quem são, saber seus nomes verdadeiros.

Um pouco de linguística

Antes de saber O Nome, precisamos entender o que é um nome. Nome é um grupo de fonemas que pronunciamos; estes sons podem ser representados graficamente por caracteres diferentes, dependendo do idioma que se quer representar. É importante para se manter a identidade, que tais sons não sofram alteração de pronúncia de um idioma para o outro.

Este processo de transpor fonemas de uma língua para outra se chama transliteração. Um nome próprio não pode sofrer tradução, ele precisa ser transliterado, este procedimento, através da pronúncia, faz com que se mantenha a identidade real da pessoa que estamos nos referindo. Veja um exemplo: Seu nome é João Carlos, e você vai fazer uma viajem internacional, quando você chega à alfândega, você se identifica como “John Carl”. Ao olhar seu passaporte o oficial vê que seu nome é “João Carlos”. Com uma atitude destas, você no mínimo será extraditado, se não for preso por tentar passar por outra pessoa, afinal, seu nome é João e não John.

Quase todo ano, as editoras lançam novos dicionários com as palavras que não estavam na edição anterior, isso porque, todos os anos, eles buscam apresentar o máximo de palavras conhecidas de um idioma. Mesmo nesta busca, em nenhum dicionário você irá achar nomes próprios e muito menos traduções de nomes próprios, isso acontece porque não se traduz nomes, apenas são transliterados. A escrita é somente uma representação gráfica de um fonema, da forma que um som possa ser registrado a ponto de permitir ser lido.

O verdadeiro nome do Eterno

Depois de descobrir todas estas informações a respeito de nomes próprios, a pergunta é: afinal, qual é o nome do Criador? Como vimos mais acima, São Jerônimo ao traduzir a bíblia do hebraico para o latim, entre outras modificações, modificou pela palavra “deus” o tetragrama יהוה (HWHY) que representa graficamente o verdadeiro nome do Eterno.

Diferentemente do português, o hebraico é escrito e lido da direita para esquerda, portanto, aquela pequena letra que parece um apostrofe do lado direito é um ”YOD” que corresponde à letra “Y” no nosso alfabeto latino e tem o som de “i”. A segunda e a quarta letra são iguais, o nome dela é “” que corresponde à letra “H” e tem a pronúncia de “rê” no nosso idioma. Existe uma regra gramatical no hebraico para esta letra: quando ela se encontra no final de uma palavra ela continua com sua representação gráfica, porém, ela não é pronunciada. Já no meio de palavras, a pronuncia é “rê”, com dois erres, como quando falamos “carro” ou “house” (ráuse). Já a terceira letra se chama “VAV”, está letra no hebraico tem som de “v”, “u” ou “o”, dependendo da palavra que se encontra.

Outra característica do hebraico antigo é a falta de representação gráfica de vogais. No hebraico antigo, as vogais eram inseridas somente na hora da leitura. Por medo de que a pronuncia perdesse a fonética correta após muitos anos, alguns rabinos decidiram reunir um grande grupo de pessoas para criar uma representação gráfica das vogais. Estes “escribas” são chamados de “massoretas” e criam uma série de figuras gráficas para corresponder aos fonemas vocálicos. Estes sinais são conhecidos como “sinais massoréticos” e são encontrados com mais facilidade no hebraico moderno.

Nesta figura pode-se ver a mesma palavra da figura acima, mas agora existem dois sinais massoréticos para indicar a pronúncia correta do nome do Criador. O primeiro sinal na figura (lembrando que hebraico é da direita para esquerda) é o “qamatz gadol” a representação dele é como um “T” do nosso alfabeto; o som deste símbolo é de “A longo acentuado”.  Se você perceber na figura, existe um ponto na linha média da letra “VAV”, o “Shuruq” é este sinal massorético que está representado por um ponto. Quando aparece este sinal massorético, ele determina que o “VAV” tenha pronúncia de “U” da nossa língua portuguesa.

Agora vou juntar tudo que vimos até agora, e com isso, saberemos qual é este precioso nome. Juntamos o “Y” que representa o “YOD”; temos o “Á” que representa o “qamatz gadol”; juntamos o “H” que representa o “HÊ” e tem som de “ERRE” assim como a palavra “CARRO”; e finalmente temos o “VAV” com o sinal massorético “Shuruq” que faz o som de “U” do nosso alfabeto; não esquecendo também que o “HÊ” no final da palavra não é pronunciado, porém se mantém o sinal gráfico. Juntando todos estes sons, vamos obter “YAHUH” este é o NOME do nosso Criador, conforme ele mesmo determinou quando respondeu Seu Nome a Mehushua (erroneamente: Moisés). A pronúncia seria “IÁRRU”. Nunca mais esqueça este nome.

Disse ainda ULHIM* a Mehushua: Assim dirás aos filhos de Yashorul (Israel) : YAHUH (IÁRRU), o UL de vossos pais, o UL de Abruham, o UL de Yahutzkaq, o UL de Yahukáf, me enviou a vós outros; este é o meu Nome eternamente, e assim serei lembrado de geração a geração“. Exôdo 3:15 (grifo meu)

*  ULHIM significa “O Ser Soberano Criador” e pode também ser representado no singular como “UL”

Veja que importante declaração: O próprio Ulhim, respondendo a pergunta de Mehushua, de como Ele deveria ser chamado (Ex. 3:13). Isso é muito importante, pois não é algo sem propósito, Ulhim declarou seu nome a Mehushua, e ainda informou que este é o nome Dele eternamente, e deveria ser lembrado eternamente. Porque será que só encontramos um título ou o nome de um ídolo pagão nas bíblias comuns? Pode ter certeza que isso é uma obra do inimigo do Altíssimo, que não quer que seus filhos saibam qual é o nome do seu Criador, e fez que fosse mudado Seu Nome, a fim de causar uma relação impessoal e fraca com Ele.

Você irá talvez argumentar que isso é um absurdo, por acaso preciso saber hebraico para poder louvar o ser correto? A resposta a esta pergunta é NÃO, você não precisa saber hebraico para invocá-lo, mas precisa saber o nome de quem você quer invocar. Chamá-lo por um título ou o nome de um ídolo pagão não resolve. Infelizmente, a grande maioria invoca o ser errado, porque somos o resultado de uma sequência de erros de tradução, mudança de nomes, e de tradição. Mas agora que sabemos que nomes próprios não são traduzidos, e sabemos qual é no nome próprio do nosso UL, devemos ter prazer em clamar por Este nome: “YAHUH” (IÁRRU). Lembre-se, cada vez que você usar um nome que não seja este nome, você estará invocando qualquer outra entidade ou ídolo, menos Ele.

É muito importante que você entenda isso, até agora, você não tinha conhecimento, portanto, este erro não era levado em conta pelo Criador. Porém, agora você sabe da farsa, você tem consciência de qual é o nome Dele, portanto, a opção de invocá-lo ou invocar outro qualquer ser, é de total responsabilidade SUA. Uma tradição não torna um erro em verdade. Lembre-se disso!

No próximo artigo, vou escrever sobre o nome do Filho do Eterno. Se o Nome do Eterno não é este que vemos nas bíblias, será que o nome do Filho está correto? Aguarde.

Segundo a Rússia, o Oriente Médio resvala para a guerra


Nikolai Patrushev, secretário do Conselho de Segurança Nacional daRússia, disse em entrevista à imprensa que dados de satélites e espiões russos apontam que a guerra é incontrolável.

A situação no Oriente Médio aproxima-se rapidamente do ponto crítico e o início do conflito já aparece nas cartas. Isso, em resumo, foi o que disse Nikolai Patrushev, secretário do Conselho de Segurança Nacional daRússia (e ex-diretor do FSB, a organização que sucedeu a KGB) em entrevista à imprensa russa.

Patrushev é sem dúvida figura chave do establishment político e das relações internacionais russas. Ninguém duvida de que falou bem refletidamente, com o objetivo de enunciar a profunda ansiedade do Kremlin, ante a evidência de que o mundo está a poucos passos de uma conflagração no Oriente Médio, de consequências imprevisíveis no plano da segurança regional e internacional e da política mundial.

Patrushev, claro, tem acesso a inteligência de alto nível e falou baseado em dados que estão jorrando dos satélites e dos espiões e diplomatas russos. O Kremlin disparou um sinal de alerta.

As entrevistas foram dadas em idioma russo. Posso, entretanto, reproduzir passagens. Patrushev disse: “Há informações de que membros da Otan e de alguns estados árabes do Golfo Persa, agindo pelo cenário que se viu na Líbia, trabalham para transformar a atual interferência nas questões internas da Síria em intervenção militar direta.”

Foi específico. “As principais forças de ataque não serão francesas, nem britânicas nem italianas, mas, provavelmente, turcas.” Disse que o primeiro passo será criar uma zona aérea de exclusão sobre a Síria, para criar um santuário em território sírio próximo da fronteira turca, para entrada de mercenários que possam ser apresentados como rebeldes sírios. Em resumo, é intervenção ocidental ao estilo “líbio”; e conduzida pela Turquia.

Patrushev disse que a escalada militar alcançará provavelmente também o Irã e há “real perigo” de ataque pelos EUA, destacando que tensões sobre a Síria, hoje, são, de fato, tensões relacionadas à questão iraniana. “Querem castigar Damasco, menos pela repressão à oposição e, mais, por a Síria ter-se recusado a romper relações com Teerã.”

Sobre a situação iraniana, Patrushev disse: “Já se veem sinais de escalada militar no conflito, e Israel está empurrando os americanos para a guerra. Há perigo real de um ataque militar norte-americano contra o Irã. Nesse momento, os EUA veem o Irã como seu principal problema. Querem converter o Irã, de inimigo, em parceiro apoiador; e, para conseguir isso, o plano é mudar o atual regime, pelos meios necessários.”

E qual será a provável resposta dos iranianos? Patrushev avalia: “Não se pode descartar que os iranianos sejam capazes de cumprir suas ameaças de suspender exportações do óleo saudita pelo Estreito de Ormuz , se sofrerem ataque militar direto.”

Patrushev também se referiu às políticas dos EUA para com a Rússia, China e Índia.

Disse que os EUA estão “persistentemente buscando manter sua dominação econômica, política e militar no mundo”. Põe sob essa luz a instalação dos sistemas de mísseis antibalísticos dos EUA na Europa. “Hoje, a instalação dos mísseis antibalísticos talvez não seja grave ameaça à Rússia, mas o objetivo daquela ação, no longo prazo, é reduzir nosso potencial estratégico. Pelo que sei, os planos para uma barreira global de mísseis de defesa norte-americanos também estão sendo negativamente avaliados em Pequim. Apesar das mudanças radicais no alinhamento global de forças, como resultado da modernização, os EUA insistem em manter sua dominação econômica, política e militar em todo o mundo. No presente, é importante para os EUA eliminar o que veem como ameaças a essa dominação – e ameaças que vêm da China, como creem os EUA.”

Eis onde a Índia foi mencionada na entrevista de Patrushev: “A administração americana designou a região da Ásia-Pacífico como prioritária em política externa. Os americanos tentam utilizar a Índia como o contrapeso principal ao poder crescente da China e para este objetivo estão a estimular a ideia de cooperação estratégica especialmente estreita com Déli “.

Como “amigo de longa data” da Índia, Patrushev, evidentemente, não falaria contra a abordagem dos indianos e as atitudes de ‘sedução’ de Tio Sam. Em vez disso, falou da “vizinhança estendida” da Índia.

–Simultaneamente, os EUA buscam acesso direto aos recursos e às facilidades de transporte na vasta área do Cáucaso, do Cáspio e da Ásia Central. Há inúmeras declarações de políticos norte-americanos sobre a necessidade de pôr sob controle dos EUA a energia, a água e outros recursos da Rússia–, afirmou.

Mas, apesar de tudo, Patrushev não ignorou a importância que Moscou dá às relações Rússia-EUA, porque “os EUA são líderes do mundo ocidental e, faça a Otan o que fizer, as estratégias da Otan são sempre modeladas em Washington.”

Além disso, “nossos países [Rússia e EUA] têm vários e importantes interesses coincidentes em matéria de segurança. Por exemplo, estamos combatendo juntos contra o terrorismo, dentre outras coisas, ao tornar acessível a rota do norte, para atender às necessidades das forças dos EUA no Afeganistão; estamos enfrentando juntos o crime organizado e o comércio ilegal de armas, narcóticos e substâncias psicotrópicas, e cooperamos também em tentar manter a segurança das informações” – concluiu Patrushev, com boa dose do humor russo, ao acentuar o caráter profundíssimo da atual “parceria” entre Rússia e EUA.

M.K. Bhadrakumar foi embaixador da Índia em Moscou

Fonte: Correio do Brasil

China e Rússia juntam-se, preparativos para a Terceira Guerra Mundial

Um boletim do Ministério da Defesa Russa, emitido hoje (07/12/2011) ao primeiro-ministro Putin e o Presidente Medvedev; afirma que o presidente Hu da China “concordou, em princípio”, que a única maneira de parar a agressão do Ocidente liderado pelos  Estados Unidos é através da “ação militar direta e imediata”, e que o líder chinês ordenou que suas forças navais para que se “preparem -se para a guerra.”

O Apelo de Hu para a guerra se junta a do contra-almirante chinês e proeminente comentarista militar  Zhang Zhaozhong que, do mesmo modo, advertiu na semana passada que “a China não hesitará em proteger o Irã, mesmo com uma Terceira Guerra Mundial”, e do General russo Nikolai Makarov, que recentemente declarou:”Eu não descarto mais a eclosão de conflitos armados locais e regionais em desenvolvimento para uma guerra em grande escala, incluindo o uso de armas nucleares”.

Um novo relatório de inteligência dos EUA também afirmou que a China tem cerca de 3000 armas nucleares, em comparação com as estimativas gerais anteriores que era entre 80 e 400. Para continuar colocando mais combustível na fogueira, o Washington Times informou que a Coréia do Norte está produzindo mísseis capazes de atingir os EUA.

O aumento das tensões globais entre o Oriente e o Ocidente eclodiu esta quinzena passada, quando o embaixador russo Vladimir Titorenko e dois de seus assessores retornando da Síria foram brutalmente agredidos por forças de segurança do Qatar, auxiliados pela CIA e agentes do MI6 britânico,  na tentativa de obter acesso aos malotes diplomáticos contendo informações da inteligência síria, documentos que falam que os Estados Unidos estavam enchendo a Síria e o Irã, com os mesmos mercenários apoiados pelos EUA e a Al Qaeda, que derrubaram o governo da Líbia.

Mais uma prova nessas malas diplomáticas: este boletim revela que os Estados Unidos estão preparando para muito breve uma “solução final” para a crise do Médio Oriente e devem desencadear uma guerra nuclear ao atacarem a Síria e o Irã com agentes biológicos letais,  pois a real intenção é a de matar dezenas de milhões de civis inocentes.

A descoberta do agente biológico a ser usado pelo Ocidente foi revelado há duas semanas pelo virologista holandês Ron Fouchier do Erasmus Medical Centre, na Holanda, que lidera uma equipe de cientistas que descobriu que apenas cinco mutações no vírus da gripe aviária é suficiente para torná-lo muito mais letal e facilmente se tornar o assassino mais letal que a humanidade já inventou.

A começar um ataque utilizando esse vírus mortal, este boletim continua, o seu método mais provável de entrega seria através dos RQ-170 Sentinel Drone, que são operados pela CIA.

Estas avaliações assustadoras de futuras ações dos EUA contra seus inimigos foram revelados neste boletim com base em exames de analistas de inteligência e de que RQ-170 Drone Sentinela derrubado sobre o território iraniano na semana passada por sistemas iranianos de fabricação russa, utilizado contra este veículo aéreo americano não tripulado com poucos danos e que mostrou ser equipado com um sofisticado sistema de arma de de entrega de aerossol.

Drone

Importante notar é que as potências ocidentais utilizaram pela primeira vez um vírus da gripe mortal para destruir seus inimigos e derrubar a ordem estabelecida global, a menos de um século atrás, em 1918, quando a variante de gripe espanhola foi desencadeada no fim da Primeira Guerra Mundial e matou um número estimado de 500 milhões de pessoas o que representou 3%  de toda a população mundial.

Arquivos da antiga KGB falam sobre a pandemia da gripe espanhola e sempre afirmou que o vírus mortal foi uma “bio-engenharia” feita por cientistas militares dos EUA que usaram como “cobaias” inclusive os soldados americanos que estavam entre as vítimas.

Para entender plenamente as razões subjacentes atrás dos Estados Unidos e seus aliados ocidentais de empurrar o mundo para a Guerra Mundial, foi recentemente detalhada pelo excelente jornalista investigativo americano Greg Hunter; cujo chocante relatório detalhado intitulado “Está o mundo girando fora de controle? “revelou que todo o edifício dos sistemas econômicos ocidentais está desmoronando sob o peso de mais de $100 trilhões em dívidas, ninguém é mais capaz de pagar e no qual ele alertou: “Nunca na história do mundo chegamos tão próximo ao total caos financeiro e da guerra nuclear, ao mesmo tempo”.

Infelizmente, mas como sempre, o povo americano não está sendo permitido saber do futuro horrível que seus líderes de elite estão planejando para todos, uma situação ainda pior na semana passada quando o Senado dos EUA aprovou uma nova lei, por 93 contra 7 votos; que da controle as suas forças militares e podendo assim ir sua Constituição.

Como observamos em nosso relatório anterior, vale a pena mencionar novamente as palavras do ex-presidente americano, Thomas Jefferson, que alertou os seus concidadãos há mais de 200 anos sobre o que está acontecendo hoje, dizendo: “Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos permanentes.” Se o povo americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, depois pela deflação, os bancos e corporações que crescerão em volta irão privar o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem o teto que seus pais conquistaram.

Fonte: The European Union Times

P.S.: Texto traduzido e compilado pelo admin do blog. Qualquer erro, por favor, me avise a fim de que seja arrumado.

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